No romance Eurico o Presbítero, o autor trás a questão do celibato, contra a igreja:"- pode a igreja proibir seus religiosos de amar como qualquer outro ser humano? Não estariam eles fadados à multilação espiritual?"
Apesar do questionamento a saída para o padre Eurico, que ama Hermengarda, é a morte.
Em o crime do Padre Amaro, Eça de Queirós, retomou o tema e o analisou pela perspectiva biológica do realismo- naturalismo." pode a igreja impedir os impulsos sexuais de um religioso?
Ao contrário do romantico Eurico, amaro é um padre que, depois de engravidar uma jovem devota, Amélia, e levá-la à morte, mantem-se ligado à igreja por conviniência como se nada tivesse acontecido. Eis aí o realismo.
Como podemos analisar essa questão tão séria e tão difícil? Entendemos que os autores daquela época estavam desabafando e revelando o futuro das próximas gerações. Atualmente o tema que é bastante discutido é o problema da pedofilia. Até que ponto este é um problema patológico ou espiritual? Façam seus comentários.
Se você quiser saber mais sobre o livro"O Crime do Padre Amaro" aguarde próximas edições.
terça-feira, 29 de julho de 2008
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